Paciência, paciência...
- Charles Alcantara
- 1 de nov. de 2018
- 1 min de leitura
Confesso que gostei da escalação do “juiz” Moro para o time do capitão.
Há muito a vaidade do “juiz” se via sufocada pela toga e pelo falso ar de imparcialidade que precisa exalar.
Mal esfriaram as urnas, e ela - a vaidade - rasgou a toga e soltou o seu grito de liberdade.
Moro, enfim, oficialmente na política.
Moro, enfim, na arena da parcialidade, porque a política requer tomar partido de aliados, tomar partido de programas e políticas de governo, tomar partido de decisões que se submetem ao escrutínio público, tomar partido do líder ou do chefe.
O governo Bolsonaro será uma fogueira ardente de vaidades, com labaredas gigantes.
Acreditem, isso não tem a menor chance de dar certo. É uma questão de tempo.
Sejamos pacientes.
Uma lembrança: os bolsonariasnos estão em transe. Para eles, Bolsonaro é um mito e Moro, um herói.
Um conselho: nada de esforço para convencer os bolsonariasnos do partidarismo, agora explícito, de Moro.
Uma recomendação: façam um print das principais postagens de bolsonariasnos em homenagem a Bolsonaro e Moro.
Guardem os prints e aguardem com paciência.
Uma vidência evidente: um dia, não tão distante, a gente volta a conversar.




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