Uma selfie, por favor!
- Charles Alcantara
- 18 de jan. de 2019
- 1 min de leitura
Tendo a suspeitar das generalizações, mas não sou tolo a ponto de rejeitá-las de plano.
A ciência não teria qualquer validade sem a generalização, que se alcança pelo experimento repetido e testado à exaustão.
Apesar do compromisso com as provas experimentais, mesmo a produção científica está sujeita à revisão, quando novas experimentações negam a “comprovação” anterior.
O conhecimento científico não é absoluto ou definitivo, porque superável pela própria ciência em estágio superior.
A humanidade caminha e avança pelas veredas ou avenidas abertas pelo conhecimento inquieto, que suspeita permanentemente de si mesmo e que se condena ao permanente questionamento.
Em face de todo avanço tecnológico de que a humanidade dispõe, e que não foi colhido à sombra de uma goiabeira, que dificuldade têm os terraplanistas de fazerem uma selfie na borda do planeta terra
Façam-na, em proveito dessa humanidade ludibriada com o conhecimento acumulado ao longo da história, de inspiração marxista.
Um derradeiro pedido: ao se posicionarem à borda da terra para o registro histórico, cuidem para não se precipitarem rumo ao vazio infinito do universo. Ou seria rumo ao inferno?




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